The Judicial System Monitoring Programme (JSMP) was set up in early 2001 in Dili, East Timor. Through court monitoring, the provision of legal analysis and thematic reports on the development of the judicial system, and outreach activities, JSMP aims to contribute to the ongoing evaluation and building of the justice system in East Timor. For more information, please email us at info@jsmp.minihub.org O Programa de Monitoramento do Sistema Judicial (JSMP) foi constituído no início de 2001 em Dili, Timor Leste. Através da monitorização do trabalho dos tribunais e da elaboração de análises legais e de relatórios temáticos sobre o desenvolvimento do sistema judicial, o JSMP espera poder contribuir para a avaliação contínua e para a construção do sistema de justiça em Timor Leste. Para informação adicional, email: info@jsmp.minihub.org Program Pemantauan Sistem Yudisial (JSMP) dibentuk pada awal tahun 2001 di Dili, Timor Leste. JSMP bertujuan untuk memberikan kontribusi terhadap kelangsungan pembangunan dan evaluasi sistem peradilan di Timor Leste melalui pemantauan pengadilan, penyediaan analisis hukum dan laporan-laporan tematis terhadap perkembangan system yudisial. Untuk informasi lebih lanjut, email: info@jsmp.minihub.org
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Last modified:
Friday 7 October, 2005 2:20 PM

 

Ramos-Horta recusa substituir Kofi Annan

JOSÉ Ramos-Horta é um dos candidatos à sucessão de Kofi Annan no cargo de secretário-geral das Nações Unidas. Ao EXPRESSO, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste declarou todavia taxativamente a sua intenção de não permitir que o seu nome seja sugerido como candidato ao cargo: «Não sou candidato. Estou a apoiar o vice-primeiro-ministro da Tailândia.

Estou totalmente devotado à sua candidatura, penso que ele será um óptimo secretário-geral».Kofi Annan termina o seu segundo mandato no próximo ano, e - de acordo com as normas tacitamente aceites desta organização internacional - o seu sucessor deverá vir da área Ásia/Pacífico.

Embora admita que muitas pessoas andam a lançar o seu nome, José Ramos-Horta adianta que se alguém o fizer retirá-lo-á publicamente. «É um posto muito exigente para o meu nível de energia actual. É muito duro e ingrato. É de longe muito mais complexo do que Timor. Ajudar Timor foi uma obrigação moral, salvar as Nações Unidas não é minha obrigação moral.

A ONU atravessa uma crise profunda».O que acontecerá se a candidatura tailandesa não for por diante e o seu nome for apresentado?, é a pergunta que muitos fazem. «Bem, na política não se deve dizer nunca». Mas
Ramos-Horta confessa que prefere a ideia de ser um enviado especial da ONU para algum país em crise. «Se isso me desse a oportunidade de ajudar a resolver algum conflito, de levar alguma paz e felicidade a um povo,
ficaria muito feliz em ponderar essa hipótese, mas só depois de 2007. Até lá tenho muito trabalho a fazer em Timor», disse.

END
Copy Right: JSMP-DIli, June 2004